terça-feira, 16 de janeiro de 2018
Eu subo nas pontas das estrelas e desço nas lavas dos vulcões. Meu espelho reflete um outro ser, sou a borboleta que abre as asas pela primeira vez, sou o sereno da madrugada, sou a música que ecoa sem som quando propagada pelos pensamentos. Um suspiro cósmico me deu a vida. Um mistério inabalável me constrói assim como cria e as alcateias de astros que flutuam no espaço. Estrela cadente despencou, quisera me encontrar. Esquecera que estamos conectados à mesma substância, no mesmo tom e caminhando no mesmo passo. Somos a derrota da razão que se faz inerte quando tenta auscultar o infinito. Somos uma loucura, algo que nunca nasceu e que nunca morreu, como explicar? Sinta a sensação desse poema como que uma resposta.
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